Partiu seu Hermes Medeiros
Pra aboiar no firmamento
Juntar gado nas estrelas
Nos vales do encantamento
Vaqueirando a eternidade
Encourado na saudade
Tão livre quanto o vento.
Por esse seu chamamento
Os céus todos se alegraram
Serafins bateram palmas
Querubins comemoraram
Nas veredas divinais
Dos campos celestiais
Os santos todos cantaram.
Com a sua chegada.
Vai! Planta um mourão lá no céu, macho bom e arretado, e instala nele uma porteira.
Qualquer dias desses eu abrirei sua tramela.
E espera por nós, bom amigo! Um dia chegaremos por aí também e a prosa continuará no mesmo gosto de sempre.
Ah! E obrigado pelo carinho, pelos conselhos e pelas boas risadas, Seu Hermes.
O senhor foi luz na vida de muita gente.