Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

O Globo segunda, 30 de dezembro de 2024

VAI À PRAIA COM CRIANÇA NO RÉVEILLON? VEJA COMO CURTIR A FESTA COM SEGURANÇA
Por 
Carolina Callegari
 — Rio de Janeiro

 

Rio de Janeiro tem uma das maiores festas de réveillon do mundo em um de seus principais cartões-postais. No último ano, a orla da Praia de Copacabana reuniu dois milhões de pessoas, segundo balanço da Riotur. A expectativa é que para a contagem regressiva para receber 2025, esse público seja ainda maior. A festa é para todos, inclusive para as crianças. Se elas vão ocupar as ruas, o calçadão e as areias da Princesinha do Mar — ou outros pontos da cidade, também com shows e queima de fogos — os cuidados com a segurança devem ser redobrados.

Um dos principais pontos de atenção é quanto às multidões. Com muitas pessoas junto e várias distrações, há riscos das crianças se perderem. Antes de sair de casa, é fundamental já combinar algumas das ações de prevenção, como a quem os pequenos devem recorrer caso se distanciem dos responsáveis. A Guarda Municipal do Rio (GM-Rio) indica os seguintes cuidados para um réveillon seguro:

 

  • Identificar a criança com nome e telefone do responsável; uma das alternativas é o uso de pulseiras com esses dados.
  • Não se descuidar da criança, pois, em questão de segundos, ela pode ser perder.
  • Sempre buscar pontos fixos quando for orientar a criança quanto a localização. Barracas ou grupos próximos não são indicados, pois o cenário na praia é muito dinâmico, muda muito rápido, podendo causar desorientação.
  • Orientar as crianças a sempre procurar um agente de segurança na praia, caso se percam. Pode ser guarda municipal, bombeiro, policial militar.
  • Caso haja mais de um responsável, se a criança se perder, um deve procurar imediatamente as equipes da Guarda Municipal ou outros agentes de segurança e passar a descrição física e de vestimentas, enquanto outro procura a criança.
  • Caso os agentes desconfiem de negligência, os responsáveis podem ser conduzidos às autoridades policiais.
  • Segundo o Grupamento Especial de Praia (GEP), geralmente, a criança quando se perde costuma andar de costas para o sol, para evitar claridade nos olhos, e de encontro ao vento, pois gostam de sentir a brisa no rosto.

 

 

Mais cuidados para festa sem sustos

 

A pediatra Renata Fish, coordenadora da pediatria do Hospital Pasteur, do Grupo Amil, também dá dicas e faz alertas para curtir o período de férias e de festas com tranquilidade e segurança. Ações simples podem evitar acidentes e sustos. A primeira delas é não deixar os pequenos sem supervisão de um adulto. E não é aquela olhadela de tempos em tempos.

— O maior perigo para a criança é achar que alguém está tomando conta, mas ninguém estar de fato. Por exemplo, se a pessoa precisa ir ao banheiro ou tem que fazer algo fora dali, delega para outro a responsabilidade do cuidado, ressaltando que precisa ficar de olho — salienta.

A pediatra ainda destaca os seguintes pontos:

 

  • Queima de fogos: É preciso verificar o local em que vão ser soltos e manter as crianças afastadas.
  • Proteção contra barulho: Os menores, em especial os bebês, não devem ser levados a lugares onde haverá queima de fogos. Os maiores, principalmente sensíveis a barulhos, podem usar abafadores de sons, ou também evitar esses espaços.
  • Ponto de referência: É preciso deixar marcado, ao chegar no lugar, um ponto de encontro caso a criança de perca, como na frente de um prédio, algo bem característico, com cores fortes, principalmente para os que não leem.
  • Respeitar os horários: Organizar para a criança comer no horário regular e, se der para tirar um cochilinho, pode deixar também. Deve-se tentar respeitar os hábitos das crianças, que podem ser flexibilizados, mas ainda atendendo às necessidades delas.
  • Hidratação: Ofertar com mais regularidade alternativas para repor a hidratação no organismo, como água, frutas, água de coco e sucos naturais. Refrigerante e mate não contam.
  • Alimentação: Leve opções saudáveis com base no que a criança já consome no dia a dia. Entre as frutas, uva, banana e maçã são ótimas tanto para armazenar como na forma de consumo. Atenção para cortar em pedaços pequenos para as crianças menores. Sanduíches caseiros podem estar no menu dos maiores.
  • Sapatos: É um ambiente com mais gente, com mais confusão, e há chance de ter caco de vidro ou objetos cortantes no chão. O ideal são sapatos fechados, como tênis, para os pés ficarem mais protegidos.
  • Lookinho perfeito: Deve-se dar preferência por roupas confortáveis e leves e que permitam a mobilidade. Nada de muitas camadas de tecido e evite acessórios.

 

Renata Fish resume como aproveitar o réveillon com as crianças:

— Nessa época de festas, é se lembrar que, independente de presente ou onde vai passar, é querer passar com a família, ter a oportunidade de estar junto e de criar memórias. Mais do que comida e passeios diferentes, serão construídas histórias.


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