COMENTÁRIO DA MADRE SUPERIORA TERESA CRISTINA SOBRE A MATÉRIA EM EPÍGRAFE, QUE PODE SER ACESSADA CLICANDO-SE NESTE LINK:
Madre Superiora Teresa Cristina
Primo Raimundo Floriano,
Quem não daria meia volta ao carnaval de Brasília para ser recebido com tanta estima, alegria, amor, bastante música e folia?! Uma noite inteira sem relógio que parasse a festa!
Quem não iria às lágrimas sendo o homenageado e com a passagem de ida e volta arrecadada pelos primos, sobrinhos e amigos, mostrando o quão querido é você pelos balsenses, não apenas os seus parentes, mas todo o povo que queria a sua presença?!
Você é história! Você é uma lenda viva, querido primo. Receber uma canção de Maestro competente e um pouco danado. Uau! Parabéns!
Fiquei muito emocionada e me imagino no aeroporto a receber você e começar a festa naquele instante até um tempo que não acabasse. O relógio não contava. Talvez, na euforia dos foliões, marcasse as horas para trás.
Gostei bastante dos naipes musicais e de sua atuação no trombone de vara. Muito bem organizada a orquestra.
Admirei a frase que na verdade o maestro lhe explicou se tratar de outra forma de entender, no que se refere à fantasia, a melhor, que você não vestiu. Essa imagem me agrada muito como se outras fantasias ainda precisassem, ano a ano, pois que somente um Carnaval ou outro Carnaval não preencheria toda fantasia que carregamos em nossos corações, talvez até de uma forma atávica pra esse povo brasileiro, no caso, o nosso Maranhão, tão impregnado, tatuado de alegria, de história, de tradição, de lembranças e de muita felicidade.
Ouvindo a música novamente, confesso, com uma emoção ímpar. Obrigada por participar novamente do carnaval de 1975!
Ah! A partitura original e ainda no rascunho! Espetacular! Somos capazes de recordar o que os outros viveram, tão magistral é o caminho de emoções bem vividas e relatadas.
Posso sambar com fé e sonho o solo que papai tanto amou.
MAIS CARNAVAL, primo!