Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Comentários Selecionados segunda, 10 de março de 2025

TENENTE JOCA E O CARNAVAL BALSENSE DE 1975

COMENTÁRIO DA MADRE SUPERIORA TERESA CRISTINA SOBRE A MATÉRIA EM EPÍGRAFE, QUE PODE SER ACESSADA CLICANDO-SE NESTE LINK:

 

https://raimundofloriano.com.br/views/Comentar_Post/tenente-joca-e-o-carnaval-balsense-de-1975-5ITSQdfejCwBLrAIXtYO

 

Madre Superiora Teresa Cristina

 

Primo Raimundo Floriano,

Quem não daria meia volta ao carnaval de Brasília para ser recebido com tanta estima, alegria, amor, bastante música e folia?! Uma noite inteira sem relógio que parasse a festa!

Quem não iria às lágrimas sendo o homenageado e com a passagem de ida e volta arrecadada pelos primos, sobrinhos e amigos, mostrando o quão querido é você pelos balsenses, não apenas os seus parentes, mas todo o povo que queria a sua presença?!

Você é história! Você é uma lenda viva, querido primo. Receber uma canção de Maestro competente e um pouco danado. Uau! Parabéns!

Fiquei muito emocionada e me imagino no aeroporto a receber você e começar a festa naquele instante até um tempo que não acabasse. O relógio não contava. Talvez, na euforia dos foliões, marcasse as horas para trás.

Gostei bastante dos naipes musicais e de sua atuação no trombone de vara. Muito bem organizada a orquestra.

Admirei a frase que na verdade o maestro lhe explicou se tratar de outra forma de entender, no que se refere à fantasia, a melhor, que você não vestiu. Essa imagem me agrada muito como se outras fantasias ainda precisassem, ano a ano, pois que somente um Carnaval ou outro Carnaval não preencheria toda fantasia que carregamos em nossos corações, talvez até de uma forma atávica pra esse povo brasileiro, no caso, o nosso Maranhão, tão impregnado, tatuado de alegria, de história, de tradição, de lembranças e de muita felicidade.

Ouvindo a música novamente, confesso, com uma emoção ímpar. Obrigada por participar novamente do carnaval de 1975!

Ah! A partitura original e ainda no rascunho! Espetacular! Somos capazes de recordar o que os outros viveram, tão magistral é o caminho de emoções bem vividas e relatadas.

Posso sambar com fé e sonho o solo que papai tanto amou.

MAIS CARNAVAL, primo!

 

 


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