Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Coluna da Mara Albuquerque sexta, 14 de março de 2025

QUEM CUIDA DE QUEM CUIDA?

 

QUEM CUIDA DE QUEM CUIDA?
Mara Silva
 
 
Quem cuida de quem cuida?
 
Sabemos que, quase sempre, quem cuida é uma mulher – muitas vezes, uma mãe. Mas quando perguntamos quem cuida delas, o silêncio costuma ser a resposta. Porque, na maioria das vezes, não há alguém.
 
O peso do cuidado geralmente recai sobre as mulheres, especialmente mães de gerações passadas, como a minha – um fardo invisível, mantido enquanto convém à sociedade. Por isso hoje, no aniversário da minha mãe e no mês das mulheres, expresso minha gratidão por seus sacrifícios, sejam eles voluntários ou impostos.
 
Minha mãe é um grande exemplo de dedicação, entrega e amor incondicional. Durante toda a sua vida, ela se doou sem reservas – ao marido, às filhas, à família, a todos que precisaram do seu cuidado e carinho. Sempre presente, sempre atenta, sempre pronta a oferecer apoio de diferentes as formas, ainda que isso significasse deixar de lado suas próprias necessidades, seus sonhos e até mesmo o descanso que lhe era devido. Nem mesmo durante o seu tratamento de um câncer de mama super agressivo, deixou de cuidar das pessoas ao seu redor.
 
Mas hoje, mais do que celebrar sua vida, quero lembrá-la, mãe, de algo essencial: o amor que você deu merece voltar para você em dobro. Todo esse trabalho invisível, todo o cuidado que dedicou aos outros, também precisa ser recebido. Você merece reconhecimento não apenas pelo que fez, mas pelo que é – uma mulher forte, generosa, cheia de luz, digna de toda a felicidade e gratidão que o mundo tem a oferecer.
 
Que este novo ciclo lhe traga tudo o que sempre ofereceu aos outros: amor, respeito e acolhimento. Que você se permita ser cuidada, ser lembrada, ser realizada. Permita-se olhar para si e se priorizar, ir atrás dos seus sonhos – e, acima de tudo, ser feliz. Porque, se existe alguém que merece isso, essa pessoa é você.
 
Feliz aniversário, mãe! Hoje e sempre, você é e sempre será preciosa.
 
 
 
 
 
 
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