Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Coluna do DIB quarta, 26 de fevereiro de 2025

O ARREPENDIMENTO DE SPIELBERG (CRÔNICA DO COLUNISTA SACRISTÃO ANTÔNIO CARLOS DIB)

O ARREPENDIMENTO DE SPIELBERG POR TER FEITO O FILME "TUBARÃO (JAWS)

Antônio Carlos Dib

 

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Muitas vezes a mídia tem um papel essencial na mudança na percepção coletiva de uma determinada sociedade, esse é o caso do filme "Tubarão".
 
Tubarão foi um grande sucesso nas Telonas quando foi lançado no natal, em 25 de dezembro de 1975.
 
Baseado no livro homônimo de Peter Benchley o longa mostra um grande tubarão-branco devorador de homens atacar a costa da Ilha Amity - e ainda tinha o slogan: "Você nunca mais entrará na água."
 
No dia 18, o programa Radio 4's Desert Island Discs recebeu Steven Spielberg, que lamentou o impacto que seu filme teve em tal atividade.
 
A entrevistadora questionou sobre a possibilidade da ilha deserta dele ser cercada por águas infestadas de tubarões. "Essa é uma das coisas que ainda temo”, apontou o norte-americano.
 
"Não para ser comido por um tubarão, mas os tubarões estão de alguma forma bravos comigo pelo louco frenesi de pesca predatória que aconteceu depois de 1975”, prosseguiu.
 
"Até hoje, lamento sinceramente a dizimação da população de tubarões devido ao livro e filme. Realmente me arrependo muito disso”, encerrou o diretor hollywoodiano.
 
Além de spilberg, o autor do livro, Peter Benchley, morto em 2006, também se demonstrou arrependido, e um defensor desses animais: “Sabendo o que sei agora, nunca poderia escrever esse livro hoje. Os tubarões não têm como alvo os seres humanos e certamente não guardam rancor”, disse o escritor em uma ocasião.
 
Segundo pesquisas, a publicação do livro e a adaptação para as telonas teriam contribuído para um declínio populacional da espécie nos Estados Unidos, dada a mudança na percepção pública sobre os tubarões.
 
George Burgess, diretor do Programa de Pesquisa de Tubarões da Flórida em Gainesville, explicou em uma entrevista na BBC, que o filme de Spielberg transformou o tubarão-branco em um "troféu de caça", segundo ele: "Milhares de pescadores partiram para capturar tubarões-troféu após ver Tubarão”, apontou. “Não havia remorso, porque havia essa mentalidade de que eles eram assassinos de homens.”
 
Na imagem vemos o jovem Steven Spielberg posando para a foto dentro da boca do Animatrônico usado no filme em 1974.
 
Fonte: Revista Rolling Stones.

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