Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Jesus de Ritinha de Miúdo terça, 31 de dezembro de 2024

ELUCUBRAÇÕES (CRÔNCA DO COLUNISTA JESUS DE RITINHA DE MIÚDO)

ELUCUBRAÇÕES

Jesus de Ritinha de Miúdo

Possivelmente eu não seja sequer desse planeta.

Às vezes não quero acreditar que faço parte dessa humanidade tão carente de bom senso. Tanto quanto de solidariedade.

Mas não tenho a presunção de me dizer um espírito evoluído, ou coisa semelhante, na petulância de me achar melhor que outrem.

Apenas não alimento o ideal humano egocentrista se achando melhor que uma flor, ou maior no valor de um inseto; por exemplos.

O mundo parece balançar entre a incerteza da racionalidade e a piegas demonstração de ser emocional.

Quando na verdade tudo é simplesmente um completar de dias em busca do penúltimo estágio da matéria visível: o pó.

A altura e o cumprimento das coisas, das pessoas e até dos sentimentos dizem muita coisa. Mas não falam tudo.

“Um copo” com um bom vinho ao lado de alguém falando sobre arte, independente da sala e da hora, traz mais satisfação que uma subida na Torre Eifell. Pode acreditar que sim.

Daí, se o vinho não está numa taça? Pouca importância tem.

O toque no paladar da bebida e a boa conversa não necessitarão das etiquetas convencionais na apreciação do momento. Tampouco no sabor da companhia.

São essas elucubrações fazendo eu me sentir sendo um ET, pois não vejo a necessidade humana do aparecimento social em suas superficialidades.

Porque a marca da camisa deve ser mais importante que o lugar onde eu irei, ou mais cuidada que as pessoas do encontro?

Devo arrumar a minha alma, vestindo-a com as etiquetas das melhores virtudes e curtir a melhor viagem: segurar na mão de quem eu amo.

Se eu fechar os olhos nesse instante, poderei me ver onde eu quiser estar. Até ao lado de Deus!

E até o tempo será vencido.


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