Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Coluna do DIB quarta, 12 de março de 2025

BORIS PASTERNAK (CRÔNICA DO COLUNISTA SACRISTÃO ANTÔNIO CARLOS DIB)

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BORIS PASTERNAK

Antônio Carlos Dib

 

Boris Pasternak (1890–1960) – Biografia
 
Infância e Juventude
 
Boris Leonidovich Pasternak nasceu em 10 de fevereiro de 1890, em Moscou, Rússia. Ele cresceu em um ambiente intelectual e artístico: seu pai, Leonid Pasternak, era um renomado pintor e professor de arte, e sua mãe, Rosa Kaufman, era uma talentosa pianista. Esse ambiente cultural influenciou profundamente seu desenvolvimento artístico.
 
Inicialmente, Boris estudou filosofia na Universidade de Moscou e, posteriormente, passou um tempo na Alemanha, na Universidade de Marburg, aprofundando-se na filosofia neokantiana. No entanto, acabou abandonando esse caminho para se dedicar à literatura e à poesia.
Carreira Literária
 
Pasternak começou sua trajetória como poeta, ganhando reconhecimento na década de 1910 com coletâneas como Meu Irmão, a Vida (1922). Sua poesia era influenciada pelo simbolismo russo e pelo futurismo, trazendo imagens vívidas e um lirismo profundo.
 
Apesar de seu prestígio como poeta, ele se tornaria mundialmente conhecido por seu romance Doutor Jivago (1957). O livro retrata a Revolução Russa e suas consequências a partir da vida do médico e poeta Yuri Jivago, que se vê dividido entre o amor por duas mulheres e as transformações políticas da época. O romance foi rejeitado pela censura soviética por sua visão crítica da Revolução e do regime comunista, mas foi publicado na Itália em 1957, tornando-se um best-seller internacional.
 
Prêmio Nobel e Perseguição
 
Em 1958, Boris Pasternak foi agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura, mas foi forçado a rejeitá-lo sob forte pressão do governo soviético, que o acusava de traição e ameaçava sua família e amigos. Sua situação política se tornou insustentável, e ele foi expulso da União dos Escritores Soviéticos, ficando isolado na própria pátria.
 
Últimos Anos e Legado
 
Pasternak passou seus últimos anos em Peredelkino, uma vila de escritores nos arredores de Moscou. Ele continuou escrevendo poesia e traduções literárias, mas foi mantido à margem da vida cultural soviética. Faleceu em 30 de maio de 1960, vítima de câncer no pulmão.
 
Após sua morte, sua reputação foi gradualmente reabilitada na União Soviética. Em 1987, Doutor Jivago foi finalmente publicado oficialmente na Rússia. Hoje, Pasternak é reconhecido como um dos maiores escritores russos do século XX, tanto por sua poesia quanto por sua prosa.

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