Almanaque Raimundo Floriano
(Cultural, sem fins comerciais, lucrativos ou financeiros)


Raimundo Floriano de Albuquerque e Silva, Editor deste Almanaque, também conhecido como Velho Fulô, Palhaço Seu Mundinho e Mundico Trazendowski, nascido em Balsas , Maranhão, a 3 de julho de 1936, Católico Apostólico Romano, Contador, Oficial da Reserva do Exército Brasileiro, Funcionário Público aposentado da Câmara dos Deputados, Titular da Cadeira nº 10 da Academia Passa Disco da Música Nordestina, cuja patrona é a cantora Elba Ramalho, Mestre e Fundador da Banda da Capital Federal, Pesquisador da MPB, especializado em Velha Guarda, Música Militar, Carnaval e Forró, Cardeal Fundador da Igreja Sertaneja, Pioneiro de Brasília, Xerife nos Mares do Caribe, Cordelista e Glosador, Amigo do Rio das Balsas, Inventor da Descida de Boia, em julho de 1952, Amigo da Fanfarra do 1° RCG, autor dos livros O Acordo PDS/PTB, coletânea de charges, Sinais de Revisão e Regras de Pontuação, normativo, Do Jumento ao Parlamento, com episódios da vida real, De Balsas para o Mundo, centrado na navegação fluvial Balsas/Oceano Atlântico, Pétalas do Rosa, saga da Família Albuquerque e Silva, Memorial Balsense, dedicado à história de sua terra natal, e Caindo na Gandaia, humorístico apimentado, é casado, tem quatro filhos, uma nora, um genro e dois netos e reside em Brasília, Distrito Federal, desde dezembro de 1960.

Espetáculos -Teatro, Cinema, Shows e Afins segunda, 03 de março de 2025

AINDA ESTOU AQUI VENCE O OSCAR 2025 DE MELHOR FILME INTERNACIONAL

Por O GLOBO

 

 
 

É do Brasil! Pela primeira vez na História, o país venceu um Oscar. "Ainda estou aqui", dirigido por Walter Salles e protagonizado por Fernanda Torres, foi escolhido melhor filme internacional na 97ª cerimônia de entrega dos Academy Awards, que aconteceu neste domingo de carnaval (2). O longa-metragem bateu "Emilia Pérez" (França), "Flow" (Letônia), "A semente do fruto sagrado" (Alemanha) e "A garota da agulha" (Dinamarca).

'Ainda estou aqui' vence o Oscar 2025 de melhor filme internacional
 
 

O prêmio foi entregue pela atriz Penélope Cruz e recebido pelo diretor Walter Salles.

"Obrigada, primeiramente, em nome do cinema brasileiro. Eu estou muito honrado em receber isso nesse grupo extraordinário de cineastas", disse Walter Salles, que dedicou o prêmio a Eunice Paiva, Fernanda Torres e Fernanda Montenegro. "Isso vai para uma mulher que depois de uma perda, sofrida por causa de um regime autoritário, decidiu não se curvar e resistir. Esse prêmio vai para ela, o nome dela era Eunice Paiva. E vai para duas mulheres extraordinárias que deram vida a ela: Fernanda Torres e Fernanda Montenegro".

Walter Salles recebe o Oscar de Melhor Filme Internacional para 'Ainda estou aqui' — Foto: KEVIN WINTER / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Walter Salles recebe o Oscar de Melhor Filme Internacional para 'Ainda estou aqui' — Foto: KEVIN WINTER / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

 

A história das telas

 

O filme conta a trajetória de Eunice Paiva, mulher do ex-deputado Rubens Paiva, que é sequestrado, torturado e morto por oficiais do Exército durante a ditadura civil-militar em 1971. Sem o marido e ela também vítima da brutalidade do Estado, Eunice passa a ser o esteio de uma família de cinco filhos. O roteiro é uma adaptação do livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, um dos filhos de Eunice e Rubens.

Além dos elogios da crítica internacinal, "Ainda estou aqui" é um fenômeno nas salas do Brasil, onde já vendeu mais de 5,2 milhões de ingressos e arrecadou R$ 105 milhões nas bilheterias, o maior sucesso comercial nacional desde a pandemia de Covid-19.

 

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